As regras de uso do sistema pelas óticas contratantes e pela equipe delas.
Estes termos valem para o uso do sistema Oculara pela ótica contratante e pelas pessoas que ela cadastra como usuárias.
Eles tratam do funcionamento do software. O relacionamento entre a ótica e os clientes dela não passa por aqui.
Cada pessoa que usa o sistema tem a própria conta, com o próprio papel dentro da ótica. Contas não devem ser compartilhadas: a trilha de auditoria registra quem fez o quê, e uma conta compartilhada torna esse registro inútil no dia em que ele for necessário.
Quem tem papel de Proprietário pode conceder e revogar acesso das demais pessoas da ótica.
Os recursos disponíveis dependem do plano assinado. Alguns módulos, como emissão fiscal, multiunidade e inteligência artificial, existem apenas em planos específicos.
Direitos de quem está no cadastro não dependem de plano. Exportar os dados de um titular e anonimizar uma ficha funcionam em qualquer plano, inclusive durante inadimplência.
Assinatura em atraso bloqueia a criação e a alteração de registros. A leitura continua, e nada é apagado.
O bloqueio existe para interromper o uso, não para reter dados: exportação e anonimização continuam disponíveis.
O sistema deve ser usado para a gestão da ótica contratante. Não é permitido usá-lo para armazenar dados de terceiros sem relação com a operação, nem tentar acessar dados de outra ótica.
Tentativas de contornar o isolamento entre óticas são bloqueadas no banco de dados e ficam registradas.
O sistema pode ficar indisponível durante manutenções. Quando a interrupção for programada, o aviso aparece dentro do sistema antes.
Falhas e indisponibilidade podem ser comunicadas pelos canais de atendimento informados no painel.
A ótica pode encerrar o uso a qualquer momento. Antes de encerrar, vale exportar o que precisa manter: a base de clientes sai em CSV e os dados de cada titular saem em JSON.